Social Care - ONG

Seja bem vindo a Social Care - ONG

Assita ao vídeo e descubra como agendar sua consulta e realizar a sua
Cirurgia Plástica através da Social Care - ONG


Sobre a Social Care - ONG

As ONG's são Organismos Não-Governamentais, criados pela sociedade civil para auxiliar o Estado na consecução de seu objetivo mais importante: garantir o pleno exercício da cidadania e da democracia. O Projeto da ONG SOCIAL CARE é oferecer o acesso as pessoas menos favorecidas e que, no entanto, possuem as mesmas necessidades e desejos de outras socialmente mais privilegiadas. Antigamente a CIRURGIA PLÁSTICA era um “objeto” de luxo, nossa sociedade era diferente e a mulher (principalmente) ocupava uma posição social totalmente diferente do que ocorre nos dias atuais. Desta maneira, a necessidade do bem-estar pessoal e da auto estima também mudou, e a mulher, perante a si mesmo e perante a sociedade passou a ter necessidades diferentes.

Sensibilizada com as necessidades do nosso país, nossa presidente conseguiu ótimos parceiros que também possuem a mesma necessidade pessoal de contribuir com o crescimento e avanço social, tentando propiciar aos menos privilegiados o mesmo acesso ao seu desejo. A ONG SOCIAL CARE vem buscando algumas parcerias no intuito de minimizar os custos do procedimento cirúrgico, de maneira a tornar a cada dia mais acessível a maioria da população, infelizmente ainda temos alguns custos a serem suportados pelos pacientes como por exemplo o gasto de materiais e alguns medicamentos, bem com o honorário de terceiros (ex: médico anestesiologista) e internação hospitalar.

 

Equipe da SOCIAL CARE - ONG

Agendar Consulta

Veja como é fácil realizar sua Cirurgia Plástica na
SOCIAL CARE - ONG


Ligue para nossa central no telefone:
Unidade Curitiba/PR:
(41) 9.9149-1081
Unidade São Paulo/SP:
(11) 9.6255-0424
(Os números também são WhatsApp)

Realize sua consulta na data agendada.

Aguarde a aprovação de seu cadastro e de sua cirurgia plástica.

Faça seus exames laboratoriais.

Agende seu retorno com exames.

Pronto!! Após esses passos você já poderá realizar sua Cirurgia Plástica pela SOCIAL CARE - ONG

Doação

Tem interesse e ajudar a ONG realizando sua doação, entre em contato através do formulário abaixo:

Nome: Empresa:
E-mail: Tipo de doação:
Telefone: Valor de doação:

 

Contato

Entre em contato, tire suas dúvidas.
Se preferir utilize nossa cental de atendimento:
Curitiba/PR: (41) 9.9149-1081 / São Paulo/SP: (11) 9.6255-0424

Nome: E-mail:
Telefone: Assunto:
Comentários, dúvida:

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO ONG SOCIAL CARE


Em decorrência de reportagem veiculada em uma rede de TV de Curitiba, a ONG Social Care apresenta os seguintes esclarecimentos:

1) A ONG optou por dirigir-se diretamente à sociedade por meio desta Nota de Esclarecimento porque não confia na edição que o programa faz no conteúdo das informações. Por esta Nota de Esclarecimento a ONG tem condições de passar as informações na íntegra, sem o risco de que sejam editadas ou deturpadas.

2) Ainda que alguns Médicos que trabalham como voluntários na ONG não sejam membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, todos possuem anos de experiência prática em cirurgia plástica e são todos regularmente inscritos no Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná, ou seja, todos habilitados a exercer a Medicina e realizar cirurgias.

3) A reportagem do programa recebeu da ONG todas as informações e explicações sobre intercorrências médicas, tendo inclusive informado que algumas das denunciantes ouvidas pela reportagem são pacientes que abandonaram o tratamento pós-operatório, informação convenientemente omitida pela reportagem.

4) Todas as pacientes recebem, com vários dias de antecedência da cirurgia, o Termo de Consentimento Informado, no qual se encontram as informações sobre intercorrências médicas, a exemplo de deiscência de sutura (abertura de pontos), necrose de pele, rejeição de prótese, cicatriz inestética, entre outras. A intercorrência médica, largamente demonstrada na literatura médica, não é erro médico. Decorre do organismo da paciente e pode ser tratada se a paciente seguir adequadamente as orientações médicas e tratamento indicado.

5) Para atender o intuito sensacionalista da reportagem, o programa não se dignou a avaliar os casos expostos pelas denunciantes para verificar se eram intercorrências médicas e se as pacientes seguiram ou não os cuidados pós-cirúrgicos.

6) Absurda a alegação da reportagem de que a ONG praticaria a “artimanha” de trocar, de tempos em tempos, a equipe médica para fugir de sua responsabilidade. Essa informação é irresponsável e fruto da falta de estudo e cuidado na busca de informação. Nos casos em que realmente existe erro médico, o médico é responsável pelas consequências de seus atos independente de onde ele estiver. Em nenhum momento a ONG foi questionada pela reportagem sobre quem compôs ou compõe a equipe de médicos voluntários que trabalham pela ONG para saber sobre o tempo de permanência de cada médico na equipe de voluntários.

7) A reportagem diz que a ONG cobra valores das pacientes, informação que é mentirosa. As pacientes pagam apenas pelos exames médicos, pelas cintas (quando exigida para a recuperação pós-cirúrgica) e pelas despesas hospitalares, pagas diretamente pelas pacientes ao Hospital. Embora tenha sido devidamente informada sobre esse fato, a equipe de reportagem alegou que as pacientes pagam à ONG, mas não se dignou a apresentar uma prova sequer, o que seria impossível pelo simples fato de que a ONG não cobra nenhum valor das pacientes. Trata-se, portanto, de informação FALSA da reportagem.

8) O retoque em cirurgia plástica é prática comum, também sem qualquer relação com “erro médico”. A ONG nunca se negou a prestar atendimento às pacientes que a procuraram para a realização dos retoques (sobre os quais todas as pacientes são também informadas pelo Termo de Consentimento Informado).

9) Pacientes da ONG entraram em contato com a rede de televisão por meio do site querendo prestar depoimentos atestando a seriedade e os resultados positivos e satisfatórios do trabalho da ONG e dos Médicos voluntários, mas a reportagem limitou-se a dar resposta pronta (“Obrigada por sua participação”) e não ouviu essas pacientes.

10) A ONG e os Médicos voluntários que atendem pela ONG possuem todos os documentos (incluindo os prontuários médicos) que provam que os casos retratados pela reportagem como “erro médico” são na verdade intercorrências médicas e muitas das pacientes abandonaram os cuidados e tratamentos pós-operatórios. A ONG e os Médicos voluntários possuem todos os documentos aptos a refutar as afirmações e sugestões falsas e deturpadas exibidas na reportagem, todos à disposição das autoridades competentes.

11) Nem a ONG nem os Médicos voluntários que atendem pela ONG prestarão qualquer tipo de informação ou declaração à rede de televisão porque a condução da reportagem é pela deturpação de fatos e informações e pela divulgação de alegações sem checagem de veracidade. Todos os esclarecimentos, comprovadamente demonstrados por documentos, serão prestados exclusivamente às autoridades competentes.



NOTA DE ESCLARECIMENTO HOSPITAL DA PLÁSTICA

Em decorrência de reportagem veiculada em uma rede de TV de Curitiba sobre a ONG Social Care, com menção ao Hospital da Plástica de Curitiba, o HOSPITAL apresenta os seguintes esclarecimentos:

1) O HOSPITAL optou por dirigir-se diretamente à sociedade por meio desta Nota de Esclarecimento ao invés de dar declarações à equipe de reportagem porque não confia na edição que o programa faz no conteúdo das informações. Por esta Nota de Esclarecimento o HOSPITAL tem condições de passar as informações na íntegra, sem o risco de que sejam editadas ou deturpadas.

2) O HOSPITAL não possui quadro clínico de médicos, ou seja, não tem equipe médica própria para atendimento aos pacientes. Os serviços prestados pelo Hospital da Plástica de Curitiba resumem-se a internação hospitalar, locação de salas cirúrgicas e equipamentos, equipe de anestesiologistas (únicos médicos vinculados ao Hospital) e assistência de enfermagem.

3) Os Médicos que realizam cirurgias no HOSPITAL não têm vínculo com o HOSPITAL (não pertencem a quadro clínico, não são plantonistas, não são empregados nem prepostos). O HOSPITAL não realiza qualquer intervenção ou ingerência na atividade médica, seja na indicação de procedimentos ou execução de técnica médica, que são de exclusiva responsabilidade dos Médicos.

4) O HOSPITAL é fiscalizado pelo Conselho Regional de Medicina e pela Vigilância Sanitária e nenhuma irregularidade foi apontada, o que foi inclusive reconhecido pelo Conselho de Medicina do Estado do Paraná na reportagem.

5) O HOSPITAL mantém Contrato de Convênio com a ONG Social Care para que os Médicos que atendem pela ONG realizem as cirurgias. Todos os profissionais que realizam as cirurgias no Hospital da Plástica de Curitiba são Médicos regularmente inscritos no Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná.

6) Ao contrário do que a reportagem sugere, o HOSPITAL não realiza “cirurgias em massa”. O Hospital da Plástica de Curitiba possui 1 Centro Cirúrgico com 4 salas de cirurgia, cada uma atendida por 1 médico e 1 equipe cirúrgica (instrumentador, anestesista,...) conforme a escala de cirurgias e devidamente registrados nos prontuários das cirurgias.

7) A reportagem divulgada em 13/03/2019 veiculou que o HOSPITAL dificultaria a entrega de cópia dos prontuários e negaria o fornecimento de protocolo de requerimento, informação que é absolutamente falsa. Obter cópia do prontuário médico é um direito do paciente, mas em atendimento a normas do Código de Ética Médica, o HOSPITAL mantém rígido controle para o acesso aos documentos, de modo que só os fornece mediante apresentação de requerimento formal por escrito com firma reconhecida para assegurar de modo inequívoco que o prontuário seja entregue exclusivamente ao próprio paciente.

8) Diante da conduta tendenciosa e sensacionalista da reportagem, o HOSPITAL não autoriza a entrada da equipe de reportagem em suas instalações. Todos os esclarecimentos, comprovadamente demonstrados por documentos, serão prestados exclusivamente às autoridades competentes.

9) O HOSPITAL possui todos os documentos aptos a refutar as afirmações e sugestões falsas e deturpadas exibidas na reportagem, todos à disposição das autoridades competentes.